quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Dia um - A Viagem

Sai do Rio pra Sampa as tres e pouca da tarde. O voo foi tranquilo, apesar do pouso maldito.

A TAM agora tem um sistema de intretenimento a bordo, com varios canais de som e ate uma televisao. No canal para criancas estava tocando a estoria da Chapeuzinho Vermelho e eu nao pude deixar de rir, porque eram as mesmas vozes da minha infancia, nuns disquinhos de vinil. Muito legal.

No canal de temas de filmes, o MELHOR: I believe in miracles... huahuahuahuaauh (soh lembrei de voce, Dani!) e depois Hot Stuff, da Donna Summer. I really need a hot stuff, if you know what I mean... =P

Meio bruto, aquele comandante. O aviao chegou a quicar nos chao umas duas vezes antes de pousar mesmo.

A fila pra Air Canada estava IMENSA. Tem videozinho, mas eu nao conigo conectar a camera nesse computador aqui e baixar. Fica pra depois. Cento e cinquenta MIL pessoas na fila, a maioria adolescentes. E foi quando eu soube que algo estava errado...

Depois de uma hora de espera, despachei a bagagem e fui pra imigracao. INACREDITAVEL. Eu sou mesmo uma pessoa romantica. Tava esperando uma coisa mais, sei la, respeitosa, civilizada. Pois a fla da imigracao tava MONSTRO e parecia um curral apertado e quente. Com ummonte de gringo em volta, eu fiquei daquele jeito, ne? maior medo de pegar a tal da gripe. Mas enfim.

Passada a imigracao, a porta do paraiso: o free-shop! hahahahahaha Mamae amaaaa. Dei uns bosrdejos e nada muito barato. Serviu de experiencia. =P

Entrando no aviao, eu me lembrei que achava que tinha alguma coisa errada com a fila. Dez minutos depois eu ja sabia: o voo tava REPLETO de adolescentes. Devia ter us 150, todos falando ao mesmo tempo, alto, sassaricando pra cima e pra baixo, enquanto os comissarios de bordo (quase todos homens e gays) tentavam inutilmente botar alguma ordem na casa. Pobres diabos. Na segunda a High-school ia comecar, e todos estavam indo pro mesmo lugar que eu. Afe.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Primeiro dia de aula!

Hoje, primeiro dia de aula.

A escola tem computadores que podemos acessar a internet nas horas vagas entre as aulas, entao esta resolvido o problema do acesso pra atualizar o blog. Soh nao teremos acentos... heheheh

Amanha eu comeco a contar os babados, valeu?

Bj!

sábado, 29 de agosto de 2009

Cheguei!

So pra despreocupar voces, eu jah estou no Canada! Tudo esta bem, a cidade eh linda e enorme, tenho muita coisa mesmo pra descobrir por aqui. Por enquanto ainda nao tenho um lugar certo pra postar (e esse computador esta sem o s acentos, nhe), entao tenham um pouquinho de paciencia, ok?

Na segunda eu volto com um monte de estorias e videos.

Sejam bons e nao facam nada que eu nao faria! =P

Beijos!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

(wish) To-do-list

Pobre é foda, né? Não pode fazer uma viagem que já fica toda se saracoteando pra chegar logo lá. Eu como uma boa ansiosa de carteira, pesquisei muito sobre Toronto e encontrei algumas coisas que gostaria de fazer. Óbvio que vai depender de muita coisa, né? Grana, clima, nível de dificuldade do curso.. Por isso o nome da lista é (wish) to do. Vamos a ela:

1 - Comprar o City pass e meter as caras nas atrações turísticas que ele oferece por um precinho super ameeego: CN Tower, Ontario Science Centre, Royal Ontario Museum, Toronto Zoo e Casa Loma (essa não tá me dando muito tesão, mas tô pagaaaaaano, né? Então eu vou);

2 - Paramount Canada's Wonderland: Parque de diversão de primeiro mundo. Só porque eu sou favelada e nunca fui num desses;

3 - Art Galery of Ontario;

4- Royal Ontario Museum: é, sim. duas vezes. Dizem que um dia só não dá pra nada, então eu estou planejando dois. A confirmar;

5 - Sentar na escadaria da Union Station durante a hora do rush: recomendação de uma colega do Couch Surfing. Recomendação de local a gente não despreza, né?;

6- Tomar um chocolate na SOMA;

7- Fazer um tour de bicicleta: Além dos tours vespertinos, parece que tem um tour de bicicleta as 5:00am, para ver o sol nascer;

8 - Ir ao Kensington Market: esse passeio foi fortemente recomendado pelo meu amigo Kieran - o irlandês maluco (Hi, Kieran!). Não vou perder;

9 - Ir aos bairros de imigrantes: Little India, Little China, Greektown. E ir jantar em Little Italy;

10- Brunch ou Happy-hour no Sneaky Dee's: Porquê? Dá uma olhada no site que você vai entender;

11 - Drummers in Exile: eles dizem no site que quanto menos publicidade melhor, então eu não vou botar o link aqui. Mas tô ansiosa pra ir;

12 - Assistir um jogo de Hockey;

13 - Compreeenhas: M.A.C, Sephora e etc. Nossasenhoradosendividados me ajude.

=P

Contagem regressiva

Então tá, né? Faltam 4 dias pra viagem e eu tô na mais pura ansiedade. Ainda não cheguei na fase da insônia (apesar de estar dormindo beeem pouco. hohohoho), mas tá foda. Tá foda.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Xangô

Xangô é um dos orixás mais poderosos, deus do raio, do fogo, do trovão. Foi o terceiro rei de Oyó. Seus símbolos são a pedra do raio e o oxé – machado duplo. Cores: vermelho e branco [na Bahia; no Rio de Janeiro, sua cor é marrom], roupas e contas. Cágado é sua comida preferida, juntamente com amalá (caruru). Toda quarta-feira, seu dia, come amalá. Gosta também de carneiro e galo. Sua dança é poderosa, dança de rei. Sua saudação: Kauô Kabiesile! Foi marido de três mulheres: Obá, Oxum e Yansã. Governava aconselhado por doze ministros, os doze obas, seis da direita, com voz e voto, seis da esquerda, com voz apenas. No candomblé do Axé do Opô Afonjá é conservada a tradição dos obás de Xangô. Entre esses obás estão Carybé, Dorival Caymmi, Genaro de Carvalho, Miguel Santana, Camafeu de Oxossi e o autor destas linhas [, Jorge Amado]. Há doze qualidades de Xangô entre as quais Afonjá, Ogodô, Ayrá, Aganju, Lubé, Ibaru. Ayrá veste branco. Ogodô dança com dois oxés, um em cada mão. Xangô figura entre os orixás mais populares.

(Bahia de Todos os Santos: guia de ruas e mistérios - Jorge Amado)

Não sei se está descrito exatamente como é na minha nação, mas achei bonito. =)

Daqui.

Fogueira de Ayrá

Certa vez, Oxalá resolveu ir até o reino de Xangô, seu filho. A distância era longa, o que para o orixá já muito velho, tornou a viagem penosa. Ao se aproximar do reino, Oxalá encontra um cavalo próximo da floresta e o monta, para assim encurtar o seu sofrimento. Guardas que passavam por ali, não reconhecendo o pai de seu rei, o prendem, tomando-o por um ladrão de cavalos.

Os anos passam.

No reino de Xangô, as coisas não vão bem. As colheitas minguam, os animais não dão criam. A pobreza e a fome se espalham. Xangô vai até um babalaô para conseguir respostas. O babalaô informa ao rei que seu pai, Oxalá, está preso na cadeia e que essa é a causa dos infortúnios.

Consternado, Xangô corre até as masmorras para encontrar seu pai, sujo e faminto. Ele o retira de lá e ordena a seus criados que cuidem de Oxalá, dando-lhe banho, alimento e descanso.

Oxalá deseja voltar a seu reino e Xangô faz com que Ayrá, um de seus ministros, o acompanhe.

Ayrá retorna junto a Oxalá, carregando-o nas costas quando ele se cansa. Durante as noites, ele acende uma fogueira e conta estórias, para fazer a viagem mais curta para o velho orixá.

Já de volta ao seu ao reino, Oxalá homenageia Ayrá, dando-lhe contas brancas para que ele misture com as suas vermelhas e o convida para viver com ele, em seu reino. Ayrá aceita o convite e a partir deste dia, vive e serve ao Reino de Oxalá.
Obakaô Cabecille!!!!

Pérolas da D.

Então. Aqui na Liga da Justiça temos uma personagem muito figura: a D.

A mulé é uma língua de chicote, você manda uma piada e ela responde - plaft! - na hora. Sei que ela vai ME MATAR quando vir isso aqui (Oi, D. =P), mas eu não posso deixar de registrar as pérolas que, vez por outra, ela solta...

"apeeeeerta, apeeerta que sai caldinho!" - num dia que foi abraçada forte por um dos super-amigos.

"Bono, te amo, me liga!!!!" - dez vezes ao dia

"Eu vou vestida de noiva!" - quando perguntada com que roupa iria ao show do U2, em Londres (ui, phynna).

"aaahhhhhh, me dá um beijo! eu quero um abraçoooooo" - em todas as vezes que vê um cachorro de rua.

"grrrrr, grrrrrr" - fazendo orelhinhas de onça na cabeça com as mãos.

"it's good to be me" - (com os dentes trincados, imitando o Austin Powers) quando ela põe inveja na gente com alguma coisa que ela fez/faz.

"huuummm, it's good to be you" - também com os dentes trincados, quando a gente põe inveja nela por alguma coisa.

"... like a virgin, hey! acts like a virgin every tiiiiime!" - (cantando no ritmo de Like a virgin, da Madonna) quando o namorado dá alguma bobeira perto dela. E ele sempre dá.

"F*ck me!" - quando algo não vai bem.

"sua heartless bicht!" - se referindo carinhosamente a mim...

"não, não. meu cu não tem trema" - (HAHAHAHAHAHAHAHA) ao ser perguntada se tinha o famoso "joystick". (desculpem a foto meio pornô, mas foi a única que eu achei!)

"tãn-tãn-tãããããn-tã-tã! que buniiiiito éééé" - er.... essa eu não vou contar. Só pra quem conhece. hehehehehe.

É uma figura ou não é? Vou postando aos poucos, conforme for me lembrando...

Tíccia, novamente...

Acho que vou colocar um link direto pro blog dela, porque essa mulher fala coisas que eu não conseguiria explicar.

Mas dessa vez é só um trechinho:

"...Desde sempre, nos momentos mais tristes, mais difíceis e duros, estranhamente lhe vinha a imagem de estar sendo embalada por um gigante, aconchegada, mesmo adulta, num colo enorme, onde cabia perfeitamente. Era grande, não sabia ser pequena, mas o gigante era maior e podia com seu peso, com seu tamanho, podia lhe carregar e lhe deixar adormecer protegida. Era o único colo no qual cabia, esse colo meio inventado...

... E seguiu procurando por essa paz e essa calma, nesse colo de gigante, pensou em alguns momentos tê-la encontrado e enganou-se, e seguiu procurando. Alguém, em algum lugar, devia ser tão maior do que ela para poder abraçá-la.

Só muito, muito tempo depois, lágrimas e solidão depois, é que descobriu que a solução era permitir-se ser pequenina, às vezes, e caber no abraço de quem queria – e podia - abraçá-la.
"


Ah, Tíccia. Você é foda.

Descobri isso há uns quatro, quase cinco anos anos atrás. E como foi bom.

Uma imagem que vale muito...


Coisa linda!!!! =)


segunda-feira, 27 de julho de 2009

"Hoje" - E-mail pra um amigo amado, que chegou pra ser consolado, mas eu já estava vazia...

Oi!
Não fica chateado comigo, tá? Acho que eu vou saber me explicar melhor por escrito do que falando.

Tenho uma "amiga" que diz que tenho óculos cor-de-rosa na frente da cara e que por isso, vejo tudo mais fofo e distorcido do que a verdade. Ela fica meio indignada e esbravejando que eu tenho que ver as coisas melhor, que eu preciso ser mais séria, que eu distorço a realidade. O que ela não sabe (porque já tentei explicar, mas ela não entende), é que FAÇO QUESTÃO de ter esses oclinhos na cara. Eles me separam do que acho que seria uma depressão profunda e diária: sem esperanças, sem planos, sem alegrias. Um poço sem fundo, frio e escuro. Qual alegria é maior do que as nossas dores e misérias diárias?

De tempos em tempos (isso é cíclico - as vezes acontece com mais frequência, outras menos), eu tenho uma recaída de realidade. Hoje é um dia desses. Um dia que os oclinhos caem e eu encaro, sem a benção da ignorância - hahahaha - o bafo fedido da vida. Tenho outra amiga que diz que a vida bafeja na sua cara, e ela não escova os dentes. Em dias como hoje, eu olho e só vejo um mundo doente terminal, cheio de gente ignorante e escrota-escrota-escrota, todos cegos-cegos-cegos de nascença, batendo uns nos outros, tropeçando em seus egos e vaidades, podres de cobiça e solidão e destruindo as poucas coisas boas que existem aqui nessa Terra: a natureza, a inocência e o amor. MEGA-dramático, né? Pois o que eu sinto ainda é muito pior do que isso.

O estopim nem sempre é uma tragédia, e na maior parte das vezes eu nem sei o que foi que me motivou a isso. Reconheço a crise chegando porque tenho a sensação de que estou assistindo tudo como se fosse num teatro. Como se estivesse suspensa, fora de mim, olhando pra tudo - principalmente pras pessoas - e vendo os seus esqueletos e pensando em como essa vida é uma vagabunda sem coração. Vejo as pessoas se debatendo entre dores e o desespero em suas vidas ridículas e minúsculas, cheias de si, fingindo para si mesmas que são importantes, que suas vidas fazem alguma diferença e cheias de uma suposta razão que não leva a porra nenhuma. Como se todas as máscaras que elas carregam caíssem, e por trás, o inferno. Inclua a minha vida e as minhas máscaras nisso também.

Por isso que não dá pra conversar sobre, sabe? Porque não tem um motivo certo, não é um problema que eu consiga solucionar, não é nem uma coisa palpável. Não tem o que discutir! São fatos, não tem solução, não tem argumento. A única coisa palpável aqui são a dor e a vontade de chorar. Eu só consigo sentar e chorar. Chorar muito, alto, soluçando e com o bocão aberto, sabe? Micão total.

É um pouco constrangedor falar sobre isso, na verdade. Não sei explicar o porque, mas acho que é que sei que essa sensação vai passar e os oclinhos rosa vão voltar pros meus olhos e logo, logo vou estar feliz de novo. Eu DETESTO ser irracional e esses dias (ou dia, as vezes dura um dia só) são dias irracionais, sem motivo aparente, sem propósito (porque afinal, não vão me levar a lugar algum), sem confirmação científica e - que porra! - sem necessidade. Então além de tudo de ruim, eu ainda fico me sentindo uma besta e idiota. É isso.

Mas por trás da tempestade eu estou MEGA feliz de ter você "around us" de novo. Você faz falta. =)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Inegável - Por Tíccia

Há uns poucos momentos de certeza absoluta

"Quando é, a gente sabe. Por mais estranho, inadequado, anacrônico, inconveniente, inoportuno, inconciliável, impensável, contraditório, irresponsável, injusto e até errado, quando é, a gente sabe. Sabe com as mãos, com a planta dos pés, com as unhas de cada um dos dedos, com os cabelos da nuca, com os músculos do peito, com o ar perdido entre o pulmão e a boca, com os cílios, com as pálpebras, com a língua. A gente sabe, simplesmente.

A gente sabe porque naquele momento desertamos de tudo e no entanto nunca estivemos tão presentes em nós mesmos, nunca tudo ao redor pareceu tão certo, tão inexoravelmente irrepreensível e nunca fez tanto sentido: finalmente, a ordem e o sentido perfeitos e insuspeitos das coisas.

Não é algo definível e ninguém mais é capaz de apreender este instante. Despisciendo explicar, racionalizar, achar causa, definir, conceituar. Aquele momento é e se basta. Nunca estivemos tão perto e tão desgraçadamente longe da perfeição e levaremos aquilo para sempre em nós como uma sina, um castigo perpétuo, uma eterna bênção, uma sagrada cicatriz. Aquele instante de abandono e felicidade, gratuito, inesperado, surpreendente, onde nem certezas são necessárias, onde as palavras tem outra cor, onde tudo é felizmente definitivo e incontestável.

Ninguém mais entende o que vislumbramos e o que passaremos a vida toda ou felizes por termos tido a coragem de viver, ou nos tentando convencer de que não era para ser - para lá no fim nos darmos conta de que era, claro, e a gente sabia."



Essa Mulher fala por mim! Almas gêmulas, praticamente.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Uón.


Uóóóóónnn...







sexta-feira, 5 de junho de 2009

E não é que vai MESMO acontecer?


Owwwwnnnnnnn...


Daqui.

Nostalgia (a.k.a naftalina)

Vindo pro trabalho hoje, uma música tocou no rádio e literalmente me trasportou pra anos atrás. Eu estava dura (mesmo, sem um puto), trabalhava de 7:00 as 17:30 (hum, isso não mudou muito), morava numa suíte e tinha o cabelo mais cacheado que a D. Cachinhos de Ouro. Foi uma época de descobertas, principalmente musicais, já que um dos meus gerentes se incubiu da minha educação musical quando soube que eu não fazia a menor idéia de quem era Pink Floyd. Quem? Rush? Quem? Rick Wakeman? What?

Ele foi para casa num fim de semana e me trouxe uma PILHA de uns 30 CDs, de Miles Davis a Jethro Tull, passando por Nat King Cole e Ella Fitzgerald. Um desses CDs (hoje eu sei) não era dos mais ortodoxos: Whitesnake unplugged. Mas por algum motivo oculto, foi um dos que mais me marcou. E essa foi a música que tocou hoje no rádio. E depois eu encontrei essa. Alguém me explica essa boca que quase não se abre?

Bons tempos. Não foram tão bons, mas - ah - se foram.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Tem dias...


... que tudo que você precisa é um abraço.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Passaporte

Hoje eu fui buscar o meu passaporte. Do antigo ainda, verdinho. Mas nele cabe tantos anos de desejo e expectativa... Bem próximo esse será MESMO um castelo móvel. =)

terça-feira, 12 de maio de 2009

Diazim ruim, sô!

Diazinho péssimo!!! Dor de estômago, e três obturações no dentista (uma com anestesia braba, com direito a mordida na língua).

Acaba logo, dia! Que saco!

Argh.